Coru SeguroscoruSeguros
Juiz de Fora e Zona da Mata

Quem assina, responde. E a conta pode chegar no seu bolso pessoal.

Seguro de Responsabilidade Civil Profissional para arquitetos, engenheiros, médicos, dentistas, advogados e contadores de Juiz de Fora. Se um trabalho seu virar reclamação, é ele que paga a defesa e a eventual indenização, em vez de sair do seu bolso.

Quero entender minha exposiçãoConversa técnica, sem enrolação
Coru, sua corretora
Sua responsabilidade não para na porta do escritório

Como isso acontece na prática

Ninguém erra de propósito. A cobrança chega do mesmo jeito.

Não é preciso má fé nem negligência grosseira. Basta uma falha técnica, uma informação que faltou ou uma etapa que passou batida para que o cliente entenda que teve prejuízo. A partir daí, o problema deixa de ser técnico e vira financeiro.

Arquiteto

Uma especificação errada passa despercebida na aprovação e só aparece na execução. Parte da obra precisa ser refeita, e alguém vai ter que pagar por isso.

Engenheiro

Um erro de cálculo ou uma falha no acompanhamento resulta em dano estrutural. A discussão passa direto pela assinatura técnica.

Médico ou dentista

O paciente alega que houve erro no procedimento. Independente do desfecho, a defesa começa a custar desde a primeira notificação.

Advogado

Um prazo perde a contagem e o cliente entende que o prejuízo foi seu. É uma das reclamações mais comuns da advocacia.

Contador

Uma apuração feita de forma equivocada gera multa para o cliente, e ele cobra de você a diferença que teve que pagar.

O foco da Coru são projeto e obra

Arquitetura e engenharia são o público mais forte da Coru em Juiz de Fora, porque aqui a assinatura técnica acompanha a obra por anos. Mas o raciocínio vale pra toda profissão que entrega laudo, parecer, cálculo ou procedimento.

O que o seguro paga

A indenização é o que assusta. A defesa é o que chega primeiro.

Custos de defesa

Advogado, honorários, custas e o que mais for necessário para responder à reclamação. Esse custo começa a correr antes de existir qualquer condenação, e ele corre mesmo quando você está certo. Muita gente descobre tarde que o processo em que venceu também saiu caro.

Indenização a terceiros

Se ficar reconhecido que houve dano, a apólice responde pela reparação até o limite contratado, em vez de a conta ir direto para o seu patrimônio. O limite é escolhido por você, com a Coru explicando o que cada faixa muda na prática.

Coberturas, exclusões e limites variam de apólice pra apólice. Antes de assinar, a Coru mostra o que está dentro e o que está fora do seu contrato, em português.

O que quase ninguém explica

As quatro datas que decidem se você está coberto

Esse seguro funciona à base de reclamações. Traduzindo: o que decide a cobertura não é quando o erro aconteceu, é quando a reclamação chegou. Essa lógica muda tudo, porque cria datas que valem mais que a sua boa fé. Elas existem em toda apólice do tipo e quase nunca são explicadas na hora da venda.

  1. 1

    Retroatividade

    Define até que ponto do passado a apólice enxerga os seus trabalhos. Se o projeto ou o atendimento é anterior a essa data, ele fica de fora, mesmo que a reclamação chegue hoje. Quem exerce há muitos anos precisa olhar essa data com atenção.

  2. 2

    Prazo complementar

    Depois que a apólice termina, ainda existe uma janela automática para comunicar reclamações referentes ao período coberto. Ela não é infinita e não vem no mesmo tamanho em toda apólice.

  3. 3

    Prazo suplementar

    É uma extensão maior desse período, que pode ser contratada à parte. O detalhe que derruba muita gente: ela só pode ser solicitada dentro de um prazo antes do fim da vigência. Passou a data, a porta fecha.

  4. 4

    Prazo de aviso

    Quanto tempo você tem para comunicar a seguradora depois de tomar conhecimento do problema. Costuma ser curto, e é onde mais se perde cobertura por pura demora.

O jeito Coru

Essas datas saem do PDF e vão pra tela

Os prazos mudam de apólice pra apólice, e é por isso que a Coru não publica número aqui: o que vale é o que está escrito no seu contrato. O que a gente faz é ler as condições gerais por você e colocar as suas datas na área do segurado, com alerta quando uma delas se aproxima. Você não precisa caçar isso em dezenas de páginas nem lembrar sozinho de pedir a extensão dentro do prazo.

  • Sua retroatividade, em data, logo na abertura da apólice
  • Aviso antes de fechar a janela para pedir a extensão
  • Prazo de aviso à mão no dia em que você precisar comunicar

Se acontecer

O que não fazer quando a reclamação chega

A reação instintiva de quem é técnico é resolver o problema sozinho e rápido. Nesse seguro, essa reação é exatamente o que costuma custar a cobertura.

Não admita culpa

Nem por e-mail, nem por mensagem, nem numa reunião pra acalmar o cliente. Assumir responsabilidade por conta própria pode anular a cobertura antes mesmo de a seguradora analisar o caso.

Não negocie nem feche acordo por conta

Propor devolução, desconto ou pagamento antes de comunicar a seguradora é o erro que mais tira profissional da cobertura. Comunique primeiro, resolva depois.

Não deixe pra depois

O aviso tem prazo, e ele conta a partir do momento em que você fica sabendo. Comunicar rápido não é formalidade burocrática, é condição da cobertura.

Faça isto: junte o histórico técnico

Contrato, projeto, memoriais, ART ou RRT, e-mails e aprovações. É o material que demonstra o que foi combinado e o que foi entregue, e ele sustenta a sua defesa.

Vamos olhar o seu caso?

Diga a sua profissão e o tipo de trabalho que você assina. A Coru volta com as opções de Responsabilidade Civil Profissional que fazem sentido pra você, em Juiz de Fora e região.

Fale com a Coru sobre RC Profissional

Sem custo e sem compromisso. A gente começa entendendo o que você assina no dia a dia.

Seus dados ficam só com a Coru, servem apenas para preparar o seu atendimento e você pode pedir a exclusão quando quiser.

Perguntas que a gente mais ouve

A ART ou o RRT já não me protege?+

Não. A ART e o RRT registram quem respondeu tecnicamente por um trabalho, ou seja, eles apontam a sua assinatura. Isso é registro de responsabilidade, não é proteção financeira. O seguro de Responsabilidade Civil Profissional atua depois, quando alguém reclama: é ele que assume o custo da defesa e a eventual indenização. Um documento não substitui o outro, eles cumprem funções diferentes.

Tenho CNPJ. A empresa não basta pra me proteger?+

Nem sempre. A reclamação costuma nascer do trabalho técnico, e o trabalho técnico é assinado por uma pessoa. Na prática, é comum que a discussão alcance a empresa e o profissional que assinou. Quem responde em cada caso concreto é uma discussão jurídica, e não é a corretora que resolve isso. O que a Coru garante é que a apólice esteja emitida com os nomes certos, contemplando a pessoa jurídica, o profissional ou os dois, conforme como você trabalha.

Quanto custa um seguro de RC Profissional em Juiz de Fora?+

Depende da sua profissão, do tipo de trabalho que você assina, do porte da sua operação, do limite que você escolher e da retroatividade contratada. Por isso a Coru não publica tabela de preço: seria chute. A gente cota o seu caso e apresenta as opções reais, com o que cada uma cobre e o que cada uma deixa de fora. A Coru atende profissionais de Juiz de Fora e de toda a Zona da Mata.

O seguro cobre trabalho que eu entreguei no passado?+

Pode cobrir, e isso depende de uma data específica chamada retroatividade. Ela define até que ponto do passado a apólice enxerga os seus trabalhos. Projetos, laudos ou atendimentos anteriores a essa data ficam de fora, mesmo que a reclamação chegue com a apólice vigente. Por isso a Coru pergunta desde quando você exerce e trabalha pra contratar uma retroatividade compatível com a sua história profissional.

E se eu me aposentar ou parar de exercer?+

É justamente aí que muita gente se descuida. Como o seguro funciona por reclamação, ela pode chegar depois que você já parou. Existem duas saídas previstas nas apólices: o prazo complementar, que é uma janela automática para comunicar reclamações após o fim do seguro, e o prazo suplementar, uma extensão maior que pode ser contratada, mas que precisa ser pedida antes do fim da vigência. Os prazos variam de apólice pra apólice, e a Coru mostra os seus antes de você decidir.

Cobre erro de funcionário ou de quem trabalha comigo?+

Muitas apólices estendem a cobertura para a equipe, sócios, estagiários e prestadores que atuam sob a sua responsabilidade técnica, mas isso não é automático: depende de como a apólice foi montada e de quem está nomeado nela. A Coru confere esse ponto antes da contratação, porque descobrir isso no dia da reclamação é tarde demais.

Você cuida do projeto. A Coru cuida da sua assinatura.

A Coru é de Juiz de Fora e atende profissionais liberais da cidade e de toda a Zona da Mata. Falar com a gente não custa nada, e a decisão continua sendo sua.

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